Manifesto Caverneiro
A caverna foi, desde os tempos imemoriais, lugar de refúgio e de retorno. O porto seguro do homem, o local onde ele se abrigava das intempéries, guardava seus tesouros, forjava suas armas e registrava em suas paredes a história da humanidade.
Na vida moderna, uma “man cave” (termo que apareceu pela primeira vez em 1992, no jornal canadense Toronto Star) é um espaço que resgata essa essência: um lugar de proteção e memória, mas também de encontros.
É nestes espaços, moldados com a nossa própria curadoria e sem filtros externos, que os amigos se reúnem para assistir aos jogos do time do coração, abrir uma boa bebida e, por que não, debater os temas mais relevantes do universo masculino contemporâneo.

Como já deu para perceber, os habitantes destes lugares em nada se assemelham ao estereótipo do homem das cavernas — desgrenhado e frequentemente associado à brutalidade. Muito pelo contrário: esse homem moderno é vaidoso, aprecia inovações e entende as (r)evoluções pelas quais o mundo passa. É na sua caverna que o homem pode ser, verdadeiramente, ele mesmo.
O que preservamos do primeiro homem da caverna é o comportamento tribal e agregador. É dessa raiz que nasce a inspiração para o mais novo membro do nosso ecossistema.
O Homem na Caverna almeja ser exatamente este espaço de encontro. Um hub de discussões importantes para o homem atual, abordando o nosso universo sem medos, sem julgamentos e, principalmente, sem rodeios.
Esportes, bebidas, estilo, carreira, inovação, cultura, comportamento e, claro, um pouco de fogo e carne. Um verdadeiro papo de caverna.
Seja bem-vindo. Aproveite o conteúdo, puxe uma cadeira e interaja conosco.
Esta humilde caverna (às vezes nem tão humilde assim) existe, acima de tudo, para a gente trocar ideias e entendermos um pouco mais do porquê da nossa existência.
Ricardo Cobra
Caverneiro-chefe